Mensagens e Frases com a tag: #sonetos
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Soneto do amor
Amor, amor em prosa…
Prosa, prosa em vida…
Vida, sabor amorosa
Amorosa poesia.
Poesia? o caldo engrossa
Engrossa e esvazia…
Esvazia e vai embor…
Aqui é onde acaba a terra e começa o mar
Aqui é onde acaba a terra e começa o mar.
#camoes#luisdecamoes#sonetos#luisSoneto 30
Soneto 30
Quando à corte silente do pensar
Eu convoco as lembranças do passado,
Suspiro pelo que ontem fui buscar,
Chorando o tempo já desperdiçado,
Afogo olhar em lágrim…
E aqueles que por obras valerosas Se vão da
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando:
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
soneto do entardecer
soneto do entardecer
e de repente o dia escureceu
o sol se pôs
o amor descansou
o mar se acalmou
e os pássaros dormiram
Verdes são os campos
Verdes são os campos
Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.
Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
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Soneto de um amor
Soneto de um amor
O amor é um delicioso balsamo
Que perfuma a alma com afago
Traz ao coração nenhum estrago
E a doce felicidade, olhar calmo
O amor quando se realiza
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NO CAMINHO DE UM AMOR
NO CAMINHO DE UM AMOR
Aqui tu passaste numa hora viva do amor,
Invocando os meus profundos sentimentos…
Aqui tu passaste sem trevas e sem dor,
Aprofundando, em mim, os teus mom…
Um baixo amor os fortes enfraquece
Um baixo amor os fortes enfraquece.
#sonetos#fortes#amor#curtas#baixo#luisdecamoes#camoes#luisSoneto de um amor excêntrico
Soneto de um amor excêntrico
Estranho amor este que hoje eu sinto
a saudade incorporou a coisa amada
acorda comigo depois de ser sonhada
e de mãos dadas paira pelo ressinto
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Busque Amor novas artes, novo engenho, para matar me, e novas esquivanças; que não pode tirar me as esperanças, que mal me tirará o que eu não tenho.
Busque Amor novas artes, novo engenho,
para matar me, e novas esquivanças;
que não pode tirar me as esperanças,
que mal me tirará o que eu não tenho.
Olhai de que esperanças me…
Soneto XXII
Soneto XXII
Quantas vezes, amor, te amei sem ver-te e talvez
sem lembrança,
sem reconhecer teu olhar, sem fitar-te, centaura,
em regiões contrárias, num meio-dia queimante:
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