No meio da estrada
No meio da estrada
No meio da estrada,
parado,
olho à frente;
o desconhecido,
olho atrás;
o nada.
Tudo é nebuloso
em figuras dispersas.
A década p…
O Mito da Perda
O Mito da Perda
Cultura, sublimação, mito, inverdade,
ou o que mais quizermos crer,
para criarmos suaves e doces fantasias
mas que são de fato, apenas uma crença
de que …
Notícia final
Notícia final
E os jornais
(em letras garrafais)
Noticiaram mais um assassinato.
Na primeira página,
Do anonimato,
Surge a figura do assassino.
Espantoso!
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ASTRO REI
ASTRO REI
Tristemente desce o sol pela colina,
sorrindo em doce despedida
do campônio que o saúda alegre.
Quantas histórias ele sabe?
Todas.
Não descansa nunca, não…
A COLHEITA
A COLHEITA
UM RELÂMPAGO
AZUL DE ILUSÃO
RISCOU, NO NEGRO
DE UM CÉU DE DÚVIDAS,
O BRANCO DE SEU NOME…
AFAGO
DE NUVENS,
CARÍCIAS,
DERRAMADAS
EM…
Foi assim……ode a meu povo
Foi assim……ode a meu povo
Foi assim…por mero acaso
que cheguei, certo dia,
à terra de meus pais.
Ainda um menino, pouco sabia
ou um quase nada
sobre os campos dista…
Espirais do tempo
Espirais do tempo
Em grandes vôos espirais
procurei nos espaços
descobrir meu futuro,
mas os pontos cardiais
me conduziam, aos pedaços,
a lugares sem nada, obscuros…
REFLEXÕES DE UM ADEUS
REFLEXÕES DE UM ADEUS
Agora, sentado,
ouvindo apenas o ruído do silêncio,
parado,
eu penso em nós.
Vem vindo do fundo, gritante,
alarmante,
a ansiedade do tem…
A ILUSÃO DA LIBERDADE INSÔNIA Sozinho
A ILUSÃO DA LIBERDADE
INSÔNIA
Sozinho, reflito no frio silêncioso
de meu quarto sem luzes.
Busco encontrar meu tempo
e, sem sono, me perco
a buscar o tempo …
Despedida (II)
Despedida (II)
Ao dizer, te amo
não estarei mentindo,
mas partindo,
pois, quanto mais te quero,
mais longe eu me sinto.
E, creia que não minto
te amo.
E…
Noite de um inverno
Noite de um inverno
De repente, sinto que estou triste.
Triste pelo que sou,
Triste por tudo que não fui.
Mas, não me aborrece
Essa tristeza ,que vem
E que flui atr…
A DOR DO POETA
A DOR DO POETA
O POETA É TRISTE
POR NATUREZA,
MAS NA POESIA
ENCONTRA O CONFORTO
COMO O NAVIO QUE
CHEGA AO PORTO
LEVADO AO SABOR
DA CORRENTEZA.
E S…
Poema sem nome
Poema sem nome
Num dia de feroz
Intranquilidade
Desci dos céus
À terra impura
Envolta em véus
De maldade,
De mil doenças,
Sem cura.
E, fui anjo,
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Entre lençóis
Sozinho, reflito no frio silencioso de meu quarto sem luzes. Busco encontrar meu tempo e, sem sono, me perco a buscar o tempo passado. Mas, é o tempo que me encontra entre os lençóis, perdido!
#insonia#victormottaRegresso ao Uno
Regresso ao Uno
No vazio que ficou da morte de minha irmã,
veio a presença de pessoas tão queridas,
que também um dia cruzaram esse portal.
Onde estarão, o que serão elas agora…