Poeta é um ente que lambe as palavras e depois se alucina
Poeta é um ente que lambe as palavras e depois se alucina
#manoeldebarros#palavras
Há muitas maneiras sérias de não dizer nada
Há muitas maneiras sérias de não dizer nada, mas só a poesia é verdadeira.
#manoeldebarros#maneirasA poesia
A poesia! A poesia está guardada nas palavras, é tudo que eu sei.
Meu fado é não entender quase tudo; sobre o nada eu tenho profundidades. Eu não cultivo conexões com o real. Para mim poderoso n…
A palavra amor anda vazia
A palavra amor anda vazia. Não tem gente dentro dela.
#curtas#namoro#amor#manoeldebarros#inicio
Pois minha imaginação não tem estrada
Pois minha imaginação não tem estrada. E eu não gosto mesmo da estrada. Gosto do desvio e do desver.
#estrada#manoeldebarros
A maior riqueza do homem é a sua incompletude
A maior riqueza do homem é a sua incompletude. Nesse ponto sou abastado.
#homens#manoeldebarros
Tenho o privilégio de não saber quase tudo
Tenho o privilégio de não saber quase tudo. E isso explica o resto.
Por viver muitos anos dentro do mato Moda
Por viver muitos anos dentro do mato Moda ave O menino pegou um olhar de pássaro - Contraiu visão fontana. Por forma que ele enxergava as coisas Por igual como os pássaros enxergam.
#manoeldebarros#modaDou respeito às coisas desimportantes e aos seres desimportantes
Dou respeito às coisas desimportantes
e aos seres desimportantes.
Prezo insetos mais que aviões.
Prezo a velocidade
das tartarugas mais que a dos mísseis.
Tenho em mim es…
Um fim de mar colore os horizontes
Um fim de mar colore os horizontes.
#amor#agua#mar#manoeldebarros#bonitas#praia#fim#agora“No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos”.
“No descomeço era o verbo. Só depois é que veio o delírio do verbo. O delírio do verbo estava no começo, lá onde a criança diz: Eu escuto a cor dos passarinhos”.
(trecho extraído do livro em PDF…
Meu fado é de não entender quase tudo
Meu fado é de não entender quase tudo.
Sobre o nada eu tenho profundidades.
No caminho, as crianças me enriqueceram mais do que Sócrates. Pois minha imaginação não tem estrada. E eu não gosto mesmo de estrada. Gosto de desvio e de desver.
No caminho, as crianças me enriqueceram mais do que Sócrates. Pois minha imaginação não tem estrada. E eu não gosto mesmo de estrada. Gosto de desvio e de desver.
(em carta a José Castello, publ…