Brincadeira.
Brincadeira.
Não seja infantil!
- Disse, sorrindo,
Ares de criança.
Diferente?…
Diferente?…
Racismo?…
Bronzeamento…
Alisamento…
Melhor Pedaço…
Melhor Pedaço…
Filhos, pedaços doridos.
Só entende quem os têm.
É como amar-se o bem…
Tenha? Seja.
Tenha? Seja.
Dinheiro.
Bens materiais.
Porém tudo se esvai?
Ressurgição.
Ressurgição.
Queria que Deus nascesse outra vez,
Desta feita sem nomes ou testamentos,
Perdoando-Se pelos velhos pecados.
Reforma Agrária?
Reforma Agrária?
Dono de tudo?
Sou o proprietário?
Eita, mundão de Deus!
Vales, Montes…
Vales, Montes…
Uma alegria doida,
Outra tristeza doída,
E, assim, segue a vida…
Sem Fé…
Sem Fé…
E inventamos curas.
Das curas, novas doenças.
Restaram as crenças…
Lá vou eu!
Lá vou eu!
Universo girando sem parar,
Deuses brincando de esconder,
Dentro de buracos negros.
Sou Surdo? Sussurro?
Sou Surdo? Sussurro?
Deus?
Bom ou ruim?
Responde pra mim?
Pra Onde?
Pra Onde?
Deus existe?
Somos acasos?
Que buraco negro.
Ser e estar?
Ser e estar?
Almoçando um sonho
Na sala de jantar,
Sem serestar.
Reciclagem…
Reciclagem…
Pessoas no lixo.
Reciclar conceitos?
Passou da hora…