Novos Conselhos para uma Vida Riquíssima
Novos Conselhos para uma Vida Riquíssima
Espalhe gratidão enquanto houver amizade
E de ninguém deseje a piedade
Hasteie sua felicidade como uma grande bandeira
E diga a verdade…
SONETO DO AMOR EM COLISÃO
SONETO DO AMOR EM COLISÃO
Criatura de intensa inquietação
é amor que se apresenta em colisão:
pintor que na pintura tem prisão,
potro que não teme a fúria do peão.
Encont…
nem a mais forte tempestade nem um brisa de saudade nem um vendaval destruindo árvores no meu quintal
nem a mais forte tempestade
nem um brisa de saudade
nem um vendaval
destruindo árvores no meu quintal
nem furacões, nem terremotos
nem o mar ou maremotos
nem o abis…
A Despedida
A Despedida
seus olhos cortavam como uma espada
da sua boca nascia uma tormenta
me aquietei
como um velho na escuridão
era um barulho incompreensível
um zumbido de …
A LUZ DO FAROL
A LUZ DO FAROL
Não te recitei poemas nem fiz juras de amor,
eu te ofereci meus dias e minha vida
como um criminoso buscando redenção.
E você me abrigou sob sua luz,
inten…
Sobre a Distância e Outras Coisas
Sobre a Distância e Outras Coisas
todos os dias morrem em mim infinitas estações
veladas em um templo transparente e quebradiço
de ausência entre os segundos e todas as horas
h…
Cada dia é uma despedida e cada queda uma ferida
Cada dia é uma despedida
e cada queda uma ferida,
mas quem vive da busca não morre
- em tempo Deus socorre -
vai garimpar estrelas.
Eu creio na meiga canção que sopra da aurora E que ecoa na última lágrima de despedida
Eu creio na meiga canção que sopra da aurora
E que ecoa na última lágrima de despedida
Eu creio com a mesma fé das árvores
Que se alimentam das horas
Amar é ter as cortinas e as janelas
Amar é ter as cortinas e as janelas abertas
e a casa iluminada de luar.
É com o que foge aos olhos ter compromisso
com razão
de ter a fé como chão
pois o amor faz palpáve…
Sou como um velho barco quebrando ondas em um mar revolto
Sou como um velho barco quebrando ondas em um mar revolto:
LIVRE!
A Poesia
A Poesia
A poesia caminha pelas ruas
em noites silenciosas:
insone!
Bebe da lua e circula as luzes,
brincando com as mariposas
que não têm nome.
Se senta na …
O Rio
O Rio
nasce na minha porta
- preenchendo toda aorta -
um rio
de água negra
e fervente
que corre alheio
corta ao meio
e quebra
a paz e jaz
o …
Eu creio na meiga canção que sopra da aurora E que ecoa na última lágrima de despedida
Eu creio na meiga canção que sopra da aurora
E que ecoa na última lágrima de despedida
Eu creio com a mesma fé das árvores
Que se alimentam da solidão das horas