Nosso tempo É da janela da alma que se
Nosso tempo
É da janela da alma que se conta o tempo
São de conchas e grãos
Os caminhos que que contei minhas pegadas no chão
É da vida voltar um retrocesso aventureiro
Recomeçaria pelo começo
Bom dia
O sol já saiu
Na falta de tentar
Peguei para mim seu retrato
Na falta de futuro.
Caminhei ao passado
A melhor chance está em viver oportunidades
Todo marasmo é inimigo do avanço
Que venha a dita ação
Toda desculpa é precedido de um erro
Então que se perdoe em profusão
Para que na falta de palavras fique as marcas que deixei
Que o coração reaja acima da razão
Não temos razão nenhuma de perder tempo
Que toda forma de mistério tenha seu dom necessário
Explicar o inexplicável
Confundir o indecifrável
Dar-me-ei conselhos bons
Que dos que sei já contei todos
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Lei de direitos autorais 9.610/98
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