A música obriga a esquecermo-nos da nossa verdadeira personalidade
A música obriga a esquecermo-nos da nossa verdadeira personalidade, transporta-nos a um estado que não é o nosso.
Sob a influência da música temos a impressão de que sentimos o que não sentimos; que compreendemos o que na realidade não compreendemos; que podemos o que não podemos.
É como o bocejo ou o riso.
Não temos sono mas bocejamos quando vimos alguém bocejar.
Não temos vontade de rir, mas rimo-nos, ouvindo rir.
A música transporta-nos, de surpresa e imediatamente, ao estado de alma em que se encontrava o artista no momento da criação, confundimos a nossa alma com a dele e passamos de um estado a outro sem saber por que o fazemos.
(Sonata a Kreutzer)
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