Na gola da vida os ventos passam varrem tudo
"Na gola da vida
os ventos passam
varrem tudo e assolam
rios se insinuam para as montanhas
estranhas criaturas que se vestem de verde
mas uma a uma amarelam
é outono
caem gélidos para falecer, no terreno frio das incertezas
hoje é o broto
que não nasceu
amanhã a sem mente
que floresceu
depois o doente terminal
afinal, por que temos que partir
e deixar tudo que fizemos florar
sem antes aprendermos o que é de fato amar…"
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