Da minha janela preferida só se via o que era sereno
Da minha janela preferida só se via o que era sereno, o que trazia paz e conforto.
Vidraça translúcida e reluzente fazia questão de mostrar de um novo ângulo tudo o que se passava.
De início, receio.
Depois, confiança, respeito e até crença.
Ensinava a virtude da calma, às vezes em silêncio absoluto, no qual se podia tudo.
O tempo não era mais inimigo, era aliado, pois parava a cada reflexão, mesmo que inconclusiva.
Tudo era motivo: sol, sorriso, chuva, estranhas dimensões… Dizia do jeito dela: "O chão está sujo, mas é simplesmente superfície e a roupa que se lave depois.
Senta aqui sem pressa e vamos pensar na vida, conversar sem rumo, sem compromisso com o pertinente".
Mostrava um ponto de vista estranho a mim até aquele momento, inovava e, aos poucos, me encantava.
Não é que esquecesse o meu pensar, mas mesclava ao dela e assim me fazia sentir mais rica.
Quanto mais olhava através daquela janela mais ela me absorvia e eu, a ela.
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