É sempre nos meus pulos o limite É sempre
É sempre nos meus pulos o limite
É sempre nos meus lábios a estampilha
É sempre no meu não aquele trauma.
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Voz Cala-te, mas que não seja demasiado, para não perderes o uso da voz.
Voz
Cala-te, mas que não seja demasiado,
para não perderes o uso da voz.
Que pode uma criatura senão
Que pode uma criatura senão,
entre outras criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Alma Prisioneira do corpo, a alma vive em guerra com o carcereiro.
Alma
Prisioneira do corpo, a alma vive em guerra com o carcereiro.
Esse longo caminho percorrido Lado a lado
Esse longo caminho percorrido
Lado a lado, nos bons e maus momentos,
Faz de nós dois um ser unificado
Pelos mais fundos, ternos sentimentos.
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Eu tropeço no possível, e não desisto de fazer a descoberta do que tem dentro da casca do impossível.
#poemas#carlosdrummonddeandrade#poesias#pequenos