Nas naus
Nas naus, marinheiro que é marinheiro salga a boca com o úmido do mar e esquenta o coração com a leveza dos ventos.
#marinheiro#miltonhenriquelolicobraga#epigrafesNavegar em mar azul
Navegar
em mar azul…
É também uma forma
de sonhar…
Ali vão sonhos…
Contando as ondas.
Enfrentando as marés.
Ali existem marinheiros,
carregados de amor……
Ah se eu fosse marinheiro não pensaria em dinheiro um
Ah se eu fosse marinheiro
não pensaria em dinheiro
um amor em cada porto
Estamos aprisionados no reino da vida
Estamos aprisionados no reino da vida, como um marinheiro em seu pequeno barco, em um oceano infinito.
#marinheiro#annafreud#psicologia#poema#epigrafes#gravidez
Não sou marinheiro tão pouco mergulhador mas me
Não sou marinheiro tão pouco mergulhador mas me afoguei nessa droga de amor… ???
#epigrafes#rodrigogomesmarostica#marinheiroJá não tenho medo do mundo Agora já sei
Já não tenho medo do mundo
Agora já sei navegar
Nesse mar que se chama vida
Meu barco só flutua e se recusa afundar
Não tenho fim, só começo
Quem um dia foi aprendiz de m…
Balanço-me feito túnica de cortinas a cordas de violino
Balanço-me feito túnica
de cortinas a cordas de violino a estalar,
marco o compasso entre véus a sopros de flauta
e nesses púdicos lugares eternizo-me dançarino.
A minha cabeça pensa em todas as cabeças
A minha cabeça pensa em todas as cabeças é sombriamente
todas as outras cabeças, entranham-se, entram umas nas
outras, na minha! – inquieto-me, estremeço, esmago-me,
imortalizo-me to…
Neste mundo somos marinheiros
Neste mundo somos marinheiros,
vivemos todos no mesmo barco,
no mesmo oceano e sempre em
busca de um porto seguro…
O poeta é um marinheiro que parte à aventura e regressa sempre inteiro
O poeta é um marinheiro que parte à aventura e regressa sempre inteiro.
#vallda#epigrafes#marinheiroO Real valor do bom Marinheiro
O Real valor do bom Marinheiro… de boa reputação…
É visto na condução de sua embarcação
Na tenebrosa tormenta do mar!
Pois, na bonança; qualquer marujo meia-tigela consegue tocar!
Visto-me na colónia do medo porque já nada sei
Visto-me na colónia do medo
porque já nada sei ser senão medo desmembrado
com a sensação presa de me aprofundar
num remoinho golpeante
p’los vidros em derramamentos que me toca…
Pus-me em cima duma coagulada faca p’la ideia
Pus-me em cima duma coagulada faca p’la ideia de
colher a verdade p’ra lá da aberta janela em que
a voragem colhe comigo os mimos dum fatal paraíso
tropical.
já que atravesso abstractas conchas de enxofre despeço-me gradualmente
já que atravesso abstractas conchas de enxofre
despeço-me gradualmente dos pequenos pedaços de
carvão que ressoam obtusamente como lúmen dentro
da sua ardência.
trouxe-te comigo na lembrança que tenho sempre por abrir
trouxe-te comigo
na lembrança
que tenho sempre
por abrir