Balanço-me feito túnica de cortinas a cordas de violino
Balanço-me feito túnica
de cortinas a cordas de violino a estalar,
marco o compasso entre véus a sopros de flauta
e nesses púdicos lugares eternizo-me dançarino.
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O poeta é um marinheiro que parte à aventura e regressa sempre inteiro.
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Nem
sequer
me
ocorre
a
ideia
de
cerrar
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olhos
e
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rodopiar
veemente
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Talvez…
Eu não sou quem eu sou
Eu não sou quem eu sou, Eu sou aquele que eu gostaria de ser e não sou, Eu luto contra mim mesmo.
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A paixão traz poesia mesmo para os rudes marinheiros de um navio pirata. JC
#epigrafes#marinheiro#jeancarlosbcezar
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Piso o creme
polar da estrela
com meus lábios
e encontro o manejo
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quanto menos sangrar da metal matéria mais
intervalos componho nas constelações com a etérea
maneira felicitar.