Canção da Torre Mais Alta Mocidade presa A
Canção da Torre Mais Alta Mocidade presa A tudo oprimida Por delicadeza Eu perdi a vida.
Ah! Que o tempo venha Em que a alma se empenha.
Eu me disse: cessa, Que ninguém te veja: E sem a promessa De algum bem que seja.
A ti só aspiro Augusto retiro.
Tamanha paciência Não me hei de esquecer.
Temor e dolência, Aos céus fiz erguer.
E esta sede estranha A ofuscar-me a entranha.
Qual o Prado imenso Condenado a olvido, Que cresce florido De joio e de incenso Ao feroz zunzum das Moscas imundas.
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