Miligrama de verso XIV
Miligrama de verso XIV
Lento é o vento do amor.
Devastador
É o tufão da paixão.
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Poética transmoderna
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Por onde o poeta pisa,
abre-se
um verso em agonia,
e, aberto, avisa
que num caminho
amor
só dura um dia.
Uma última lágrima e um último verso
Uma última lágrima e um último verso, apenas para terminar esta última folha de caderno, não quero mais virar páginas sem sentido, quando eu fechar este caderno, vou deixar muita coisa para trás.
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FIZ DA DOR UM POEMA
FIZ DA DOR UM POEMA
Fiz da dor um poema
Do vento fiz um verso
Da tempestade um amor
Do teu corpo a minha casa
Dos teus ramos os meu braços
Das tuas folhas a minha p…
Guardo poemas que nunca escrevi um pouco de mim
Guardo poemas que nunca escrevi
um pouco de mim em cada verso
e muito de você, eu confesso.
POETA
POETA
Quisera eu ser poeta
…Escreveria um verso
Para traduzir o meu amor
…Passaria por marés ventosos
Entraria nas tempestades da paixão
…Nas calmarias do amor
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Faço de você meus versos Meu mundo
Faço de você meus versos
Meu mundo,
Universo.
E a cada verso
meu amor tão diverso
Tende a crescer.
Cresce firme,
Cresce bem,
Ele cresce tão de presa…
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