Cada vez que eu cumprimentava uma pessoa
Cada vez que eu cumprimentava uma pessoa, dava três giros em torno do próprio corpo.
Eu era o próprio rock.
Eu era Elvis quando andava e penteava o topete.
Eu era alvo de risos, gracinhas, claro.
Eu tinha assumido uma maneira de vestir, falar e agir que ninguém conhecia.
Claro que eu não tinha consciência da mudança social que o rock implicava.
Eu achava que os jovens iam dominar o mundo.
Mensagens Relacionadas
Sonhos são legais e ilegais, outras vezes reais e irreais.
Sonhos são legais e ilegais,
outras vezes reais e irreais.
É que nem você para mim,
é legal,ilegal,real e irreal.
Somos reais,
juntos somos irreais,
Você é legal,
(…Continue Lendo…)
Mais amor em Brasília
Mais amor em Brasília, menos violencia em São Paulo, mais paz no Rio e Muito mais Deus no Brasil!
É o que falta.
Que vire pó- Poema escrito sob considerações da música MINHA MORTE de RAUL SEIXAS
Que vire pó- Poema escrito sob considerações da música MINHA MORTE de RAUL SEIXAS
Que vire pó e o vento leve
Toda mágoa, toda tristeza, toda dor
Que vire cinzas no cinzeiro
E o…
A coisa mais penosa do nosso tempo é
A coisa mais penosa do nosso tempo é que os tolos possuem convicção e os que possuem imaginação e raciocínio vivem cheios de dúvida e indecisão.
#raulseixas#poesias#seixas#raulNem sei até quando vou suportar essa lembrança
Nem sei até quando vou suportar essa lembrança que não tem fim, que não quer fugir daqui.
Nem sei se vou chegar aonde quero para conseguir,
conseguir dizer que estou feliz.
Tentei mo…