Que os demónios infernais fluorescam no infinito nestas trevas abismais onde
Que os demónios infernais
fluorescam no infinito
nestas trevas abismais
onde jaz o descrito
no sangue que aqui escorre
nadando na negra morte
aprofundada essa sorte
das trevas que aqui moram
que ficam e assim demoram
vibrando no vil pecado
nas sombras aqui fechado
num frigido mar salgado
completamente isolado
abismalmente afogado
num sentimento gelado.
Mensagens Relacionadas
Sou um coelhinho fofinho Que vive numa caixinha Se abrires
Sou um coelhinho fofinho
Que vive numa caixinha
Se abrires este presente
Seras minha, certamente
Sou um homem largado
Que vive em algum lado
Se ficares comigo
…
Na beleza do teu andar me fazes sentir a brilhar És
Na beleza
do teu andar
me fazes sentir
a brilhar
És o desejo
e quando te vejo
um beijo que sinto
e que não desminto
com a tua graça
que não se dis…
Poema não é pinto
"Poema não é pinto:
Quer escrever bem?
Escreve menos.
Faz poema pequeno.
Precisa mesmo é saber
Usar as ferramentas
E passar todo sentimento.
O resto fica pra …
Poema é o Sintoma da Minha doença me
Poema é o Sintoma da Minha doença me expresso nos versos que um dia Minha Permaneça na mente de todos.
#poema#brunosantanadelima#brunoHaja quem alguma vez admire o que alguma vez
Haja quem alguma vez admire
o que alguma vez faço
quem alguma vez perceba
o que alguma vez desfaço
quem alguma vez acabe
o que alguma vez comece
quem alguma vez con…
Nada resiste no nada nas profundezas sem ti despida na
Nada resiste no nada
nas profundezas sem ti
despida na alvorada
dos tempos em que te vi
naquela velha estrada
infinita no passado
esquecida e desvelada
em tra…