Em cima do meu telhado, Pirulin lulin lulin, Um anjo, todo molhado, Soluça no seu flautim.
Em cima do meu telhado,
Pirulin lulin lulin,
Um anjo, todo molhado,
Soluça no seu flautim.
O relógio vai bater;
As molas rangem sem fim.
O retrato na parede
Fica olhando para mim.
E chove sem saber por quê…
E tudo foi sempre assim!
Parece que vou sofrer:
Pirulin lulin lulin…
Mensagens Relacionadas
O poema é uma bola de cristal
O poema é uma bola de cristal. Se apenas enxergares nele o teu nariz, não culpes o mágico.
#marioquintana#curtos#poemas#curto#quintana#poema#mario
DA MEDIOCRIDADE
DA MEDIOCRIDADE
Nossa alma incapaz e pequenina
Mais complacências que irrisão merece.
Se ninguém é tão bom quanto imagina,
Também não é tão mau como parece.
Nada jamais continua
Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!
E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas
Atiro a rosa do sonho nas tuas mãos distraídas.
Ela era branca
Ela era branca, branca. Dessa brancura que não se usa mais. Mas sua alma era furta-cor.
#mario#poemas#curtos#pensamentos#quintana#marioquintana
Na convivência
Na convivência, o tempo não importa.
Se for um minuto, uma hora, uma vida.
O que importa é o que ficou deste minuto,
desta hora… desta vida…
DOS NOSSOS MALES
DOS NOSSOS MALES
A nós bastem nossos próprios ais,
Que a ninguém sua cruz é pequenina.
Por pior que seja a situação da China,
Os nossos calos doem muito mais…