Num só gesto de gesso desordenado
Num só gesto de gesso desordenado, tombo para a
negra chuva triunfal! Ela guarda-me em seu bolso de
adobe arminho.
mansíssimo viro-me escancarado,
pisando grainhas das serranias que quase voam como
lástima inté banhar-me no ternurento silêncio em
flor…
Devo morrer indolor SILÊNCIO
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Nas águas,
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conseguir sentir boiar em minha carne abandonada
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#epigrafes#fernandomarinheiro#marinheiro
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Não é em terra que se fazem os marinheiros, mas no oceano, encarando a tempestade.
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atei lençóis ferrugentos
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