A MINHA VIRGEM
A MINHA VIRGEM
Ela me olhava… tão insana me olhava
Com os teus olhos negros enfeitiçados…
Em prazer ensandecido navegava
Ao meu corpo teus desejos maculados…
Ela me olhava… e tão demente cobiçava
Os meus sentimentos endoidados…
Em paixão constante sussurrava
Aos meus ouvidos teus dizeres segredados…
Tão louca, embevecida, minha virgem,
Minha pomba, minha deusa da vertigem,
É dos meus olhos teu real engano…
Que inculta à insanidade ela me via…
Ao meu olhar, que de ambição ensandecia
Sem eu mesmo a ver de corpo humano…
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