E súbito compreendo o primeiro não: meus frágeis pés tocaram a água fria e vi, descidos dos retratos ovais, rostos que entulhavam a despensa de histórias.
E súbito compreendo o primeiro não:
meus frágeis pés tocaram a água fria
e vi, descidos dos retratos ovais, rostos
que entulhavam a despensa de histórias.
E súbito compreendo o primeiro não:
meus braços cingiram a madrugada
rejeitando nomes, tão pouca terra
para tão grandes desaparecimentos.
E súbito compreendo o primeiro não:
o tempo avança do agora para o anteontem.
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Água mata a sede
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