Em minha morte dê-me vestes limpas e túnicas impecáveis
Em minha morte dê-me vestes limpas e túnicas impecáveis;
Pois em minha sede não contemple com água, pois a minha sede é da vida;
Descansarei não no consumo de meu reflexo, mas na luta de minha história;
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Jamais eu vou dizer
Jamais eu vou dizer.
Desta água não beberei.
Pois o dia de amanhã.
Não sei como estarei.
Pode ser que esteja bem.
Ou então esteja mal.
A certeza ninguém tem.
…
Depois que chuva se foi
Depois que chuva se foi.
Gota d’água guiada por nuvens.
Soltas no céu a vagar.
Depois da chuva.
O sol reapareceu.
Brilhante e renovado.
Parecia até que de tanto bri…
Observe o mar por alguns segundos e chegarás
Observe o mar por alguns segundos e chegarás a conclusão que a água que vem em uma onda é a mesma que voltará, mas não nos mesmo estado com que veio, assim somos nós, ao voltarmos a um caminho deixado…
#davidferreiradealmeida#poemas#agua
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É plural, eu sei…
Eu, cada dia mais singular; só a chuva vem ninar meu sono. E no sonho, a água escorre levando e lavando.
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Até as fortalezas são vulneráveis
Até as fortalezas são vulneráveis.
Não existe pedra que não resista a batida constante da água.