Em minha morte dê-me vestes limpas e túnicas impecáveis
Em minha morte dê-me vestes limpas e túnicas impecáveis;
Pois em minha sede não contemple com água, pois a minha sede é da vida;
Descansarei não no consumo de meu reflexo, mas na luta de minha história;
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Pela doce história
Eu marcho errante
E minha alma levita
Me dá água na boca
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Os versos formigam.
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Chuva de domingo
Sopra o vento
Prenúncio de chuva
Tiro o anel
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Cai água das nuvens
e a cada pingo
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E é assim que eu vou seguir:
Sozinho, na escuridão da noite, por entre os becos molhados com a água da chuva… Eu sou tão azarado que, não tenho NADA, e o pouco que eu tenho eu estou afastando de…
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O uso racional da água faz bem para o planeta, para o bolso e para a consciência
#agua#nemilsonvieirademoraes#poemas
Pense em ti como um pedaço de mar
Pense em ti como um pedaço de mar que não está molhado de água.
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