Os livros - é o remédio que eu
Os livros - é o remédio que eu sempre receito e quase sempre dá um resultado razoável.
Ponho em jogo o egoísmo humano, e lembro-me de que sempre há-de consolar a nossa dor o espectáculo da dor dos outros…
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Saudades! Sim… talvez… e por que não? Se o sonho foi tão alto e forte Que pensara vê-lo até à morte Deslumbrar-me de luz o coração!
Saudades! Sim… talvez… e por que não?
Se o sonho foi tão alto e forte
Que pensara vê-lo até à morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer! Para quê?… Ah, como é vão!
…
o meu mundo não é como o dos outros
o meu mundo não é como o dos outros:
quero demais, exijo demais.
há em mim uma sede de infinito
Ódio por ele
Ódio por ele? Não…se o amei tanto,
Se tanto bem lhe quis no meu passado (…)
Nunca mais amá-lo é já bastante! (…)
Ódio por ele? Não… não vale a pena…
E se um dia hei-de ser pó
E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder… pra me encontrar…
Infinita é a saudade que teima me torturar
Infinita é a saudade que teima me torturar!
#espanca#florbela#saudades#florbelaespanca
E ser
- E ser, depois de vir do coração,
O pó, o nada, o sonho dum momento