Breve o dia, breve o ano, breve tudo “Breve o dia, breve o ano, breve tudo. Não tarda nada sermos”.

Breve o dia, breve o ano, breve tudo
“Breve o dia, breve o ano, breve tudo.
Não tarda nada sermos”.
(Trecho - Ricardo Reis [Heterônimo de Fernando Pessoa], (escrito em 27.9.1931))

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Permitia-se um pouco de equilíbrio como uma trégua, mas que o tédio logo invadia. Até que, na vontade mórbida de novamente sofrer, adensava esse tédio, transformava-o em angústia.

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Cada dia é tão só-um! 
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Cada dia é tão só-um!
Dura tão pouco e arde tanto!
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“Ah! dá nojo ver o mundo
Pensar tão pouco profundo”.
(escrito em 15.11.1908), In Poesia 1902-1917)

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