Eu rasgo o verbo porque não posso rasgar o sujeito.
Pare de falar cupcake, o nome é bolinho.
– Eu queria voar.
Você é indeciso? (X) Sim. (X) Não. (X) Não sei. (X) Talvez.
Sexta-feira, pense em mim. Que eu tô pensando em você.
Que saudades do fim de semana… Lembro-me como se fosse ontem!
– Você está lindo.