A Música de Amor de J. Alfred Prufrock
Pois já conheci a todos, a todos conheci
- Sei dos crepúsculos, das manhãs, das tardes,
Medi minha vida em colherinhas de café;
Percebo vozes que fenecem com uma agonia de outono
Sob a música de um quarto longínquo.
Como então me atreveria?
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Embora minha alma esteja na escuridão, ela vai ascender na perfeita luz;
Eu tenho amado as estrelas com muito carinho para temer a noite.
Uma arte
Pois é evidente
que a arte de perder não chega a ser um mistério
por muito que pareça (escreve) muito sério.
Homens Ocos
Que eu demais não me aproxime
Do reino de sonho da morte
Que eu possa trajar ainda
Esses tácitos disfarces
Pele de rato, plumas de corvo, estacas cruzadas
E comportar-me …
Soneto 116
Não tenha eu restrições ao casamento
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O amor que muda ao sabor do momento,
Ou se move e remove em desamor.
Oh, não, o amor é marca mais consta…
O Cemitério Marinho
Como em prazer o fruto se desfaz,
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A m…