Carrego sobre meus ombros a insanidade da dúvida
Carrego sobre meus ombros a insanidade da dúvida.
Nego o amor que um dia senti e já nem sei onde foi parar.
Pode está no meu mais remoto pensamento mas ainda está em mim.
Como viver sem esse domínio que me leva a sensação de não saber o que fazer?
Estou num rio caudaloso que me dirige ao não sei onde.
Mas vou encarar.
Passo por tempos de alegrias, por tempos de tristezas.
Passo por relvas, guias, estradas do sem fim.
Navego ao meu prazer, ao prazer de minhas vontades.
Navego em direção de sonhos.
Me vejo no real.
Meu barco afunda um pouco a cada dia que navego rumo a uma felicidade que nem sei se ainda existe.
É, carrego comigo a dúvida de que nem sei onde estou indo.
Nem sei se quero chegar a lugar algum.
Navego e ao meu lado, calada e solidária, a tristeza.
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