Estas páginas em branco Que acabastes de escrever, Foram arvores outrora Que tiveram que morrer.
Estas páginas em branco
Que acabastes de escrever,
Foram arvores outrora
Que tiveram que morrer.
Também nossos neurônios
Que acabas de dar um nó!
Por mais dias ou menos dias
Também virarão pó…
O que tem a ousadia
De nunca mais se acabar.
É a tua poesia…
Neste teu filosofar!
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