Na quinta dos plátanos verdes sombria de madrugada numa alvorada
Na quinta dos plátanos verdes
sombria de madrugada
numa alvorada gelada
erguida por entre pilares
entre tempos milenares.
Palácio de muitos andares
nascida de velhos reinados
das guerras de tempos passados
de escravos ali maltratados
que nunca puderam ser nobres
pois nasceram entre os pobres.
Naquela herdade imponente
foi ensinada muita gente
os jovens jogavam à bola
e livros levavam prà escola.
Entre frases e poemas,
alí nasceu a esperança
onde ficou esta lembrança
daqueles tempos de criança.
Mensagens Relacionadas
Hoje acordei um pouco alterado
Hoje acordei um pouco alterado.
Menos pessoa, mais poema.
Um poema que não terminei de escrever.
Mas que é lido e relido e resignificado a cada leitura.
Sou guarda-chuva, guard…
Es a Deusa de meu imperio a musa de
Es a Deusa de meu imperio
a musa de meu pensamento
de ti vertem as gotas de meu sumo
de ti cresce as sementes de meu tronco
em ti mergulho em pensamento
em ti nado com se…
Poema sobre Cereja
Poema sobre Cereja
Faça-me um favor,
Apenas silencie, emudeça.
Estou farto de desafios,
Da vasta e incontinente
Diarreia moral.
Escala de Ascensão?
Num mundo …
Poema: A Esperança
Poema: A Esperança
De tristes a felizes
E longos ou curtos
Sol salvador; vem clarear.
Os santos deixam
E eles vêem
Todo o dia faz sol a brilhar!
A mágoa foge…
Passarei Para além das montanhas azuis Para além dos mares
Passarei
Para além das montanhas azuis
Para além dos mares infinitos
Por entre estradas e vales
Tristemente cantando
Minhas dores aguentando
Passo a passo
Por…