Entre as divagações bestiais do cotidiano
Entre as divagações bestiais do cotidiano, cá estou, na sacada, de visão absurdamente citadina, a contemplar o barulho da máquina de lavar roupas, imaginando ser ela de escrever.
Em minha frente os saltos altos demais e o batuque deles, me lembro da escola de samba.
É carnaval.
E me vem a mente, presente em minha frente, sobre a mesa, a figura do anjo branco e rosa.
Que balançava suas ancas, num vai e vem calmo e doce.
Com olhos fundos e tristes ela me acompanha.
Agora, a máquina enche de água novamente, me fazendo imaginar a cachoeira.
Ela lava a sujeira fétida das roupas e o que não presta vai pelos canos.
Assim funciono.
Todos os dias um recomeço, como meu nome diz!
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