OESTRUS
OESTRUS
Naquele por do sol inusitado
enterrei os versos
e a prosa deixei de lado
No sangue que banhava as vísceras
a dor do estanque na hora da criação
Como o tato do cego homem
eis agora minha misera condição
Nada mais denota velha e hábil, inspiração
Nem a astúcia, um belo estratagema
porem em meu ser, outro serio dilema
De joelhos rogo aos deuses, iluminação
Arrebatam-me agora, esta ficando tarde
Húmile serva, curvo-me, a alma arde
Permitam-me verter somente, composição
Mensagens Relacionadas
Apenas mais um texto de amor
Apenas mais um texto de amor…
Tocados pela mutabilidade da vida repentinamente se perguntaram :
_ Onde será que estaremos num futuro próximo à hora em que o crepúsculo nos toca?
Brev…
Gosto de prosa
Gosto de prosa, gosto de falar, de caminhar e sorrir - não quer me ouvir?
Gosto de poesia ou ela gosta de mim, sempre juntas estamos…assim…
Gosto do sol, da alvorada e do arrebol…
Go…
[à mamã]
[à mamã]
Talvez um dia possa poupar o coração de tanto atrofiar-se em querer abrasar-se no voo dos teus braços; deixar os meus lábios arderem na textura do teu rosto até que as palavras que apri…
MINHA VIDA EM PROSA.
MINHA VIDA EM PROSA.
Na escrita em prosa,tenho alguns livros que talvez interesse:
Presunção, (Filosofia) Elogio à Loucura de Nietzsche, o Moralista, "The Moralist," também publicado em in…
De forma clara e direta Em prosa concreta Com palavras discretas
De forma clara e direta
Em prosa concreta
Com palavras discretas.
Quero falar de mim!
Sou avessa a rede
Pois, não me sinto peixe.
Sou tímida e retraída
Que a…
Roda dos Grandes
Roda dos Grandes
Ah se Deus assim me permitisse
Juntaria todos para uma prosa à beira-mar
Chamaria o Buarque, Gonzaguinha, o Vinicius, dentre tantos, Jamelão não poderia faltar.
(…Continue Lendo…)