Poesia - O caboclo do Sertão
Poesia - O caboclo do Sertão
Sou matuto, sou da roça, tenho orgulho da mão grosa, sou amante do sertão.
Sou caipira, minha nossa senhora, ando de pés no chão.
Sou sacudido no machado, gosto de lidar com gado montado no meu alazão.
Para espantar os mosquitos uso a fumaça do meu pito e clareio a noite com luz do lampião.
La o sol se esconde mais cedo por detrás do arvoredo da noite não tenho medo me adormeço na solidão.
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Mês de março
Mês de março.
Meu mês.
Ali cabe a palavra amor. Cabe a palavra Amo.
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Mês de março…
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RECORDAÇÃ0
RECORDAÇÃ0
Comu é bão lembrá da roça
Tê sodade dus tempu di mininu
Brincava com a carroça
I ficava di castigu
Comia bolu di míu
Rapadura cum farinha di mandioca
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Dominguinhos
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Alberto Duarte Bezerra
Tu era da roça,
Nem sei se estudou,
Mas pro povo vivente,
Como cantou!
Teu sorrir espantava,
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Só quero o meu cantinho
Só quero o meu cantinho. Meus livros, minhas músicas, o violão, as fotografias que gosto de olhar. Da janela, desejo sentir o vento, contemplar o sol, bulir o mar. No meu cantinho, o destino moldarei …
#roca#cleoniodouradoLá na roça…
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Vida que foge pelos poros
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Como um trem que erra de linha
Me tocam pensamentos férreos
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O Poeta da Roça
O Poeta da Roça
Sou fio das mata, cantô da mão grosa
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Sou poeta das…