Poesia - O caboclo do Sertão
Poesia - O caboclo do Sertão
Sou matuto, sou da roça, tenho orgulho da mão grosa, sou amante do sertão.
Sou caipira, minha nossa senhora, ando de pés no chão.
Sou sacudido no machado, gosto de lidar com gado montado no meu alazão.
Para espantar os mosquitos uso a fumaça do meu pito e clareio a noite com luz do lampião.
La o sol se esconde mais cedo por detrás do arvoredo da noite não tenho medo me adormeço na solidão.
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Saudades da roça
De andar beira rio, beira lama.
Da garota na porteira que me chama.
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De contemplar…
Na roça.
Na roça.
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Café na roça.
Café na roça.
A minha vida é pacata
com gente hospitaleira
aquele cheiro da mata
ao som da cachoeira
aquela chuvinha grata
e o café na hora exata
borbulhando …
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Dominguinhos
Alberto Duarte Bezerra
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