No funeral…os ventos Uivam no poente Como duas borboletas Que brincam cegamente Em um úmido caixão
No funeral…os ventos
Uivam no poente
Como duas borboletas
Que brincam cegamente
Em um úmido caixão
O sol já não aquece a alma
Porque o frio congelante da derrota
Te faz olhar o pouso triste
Do rouxinol que canta
O timbre da morte
Cegamente daremos passos no escuro
Como um anjo que cai loucamente
No abismo do pecado
Mensagens Relacionadas
Desistir de uma conquista, é ter coragem para um fracasso.
Desistir de uma conquista, é ter coragem para um fracasso.
205. Reflexões Chá da Vida.
Somos capazes de criar caminhos
Somos capazes de criar caminhos, quando eles não existem.
Somos capazes de recolorir a vida, quando as cores tendem a se apagar.
Mas não fazemos isso sozinhos. Existe uma força movida pelo…
E assim e a vida.
E assim e a vida.
Um menino desde muito novo que sempre batalhou atrás de vitorias em sua vida, mais a vida nem sempre e tão fácil.
Desde os 10 anos de idade esse menino já trabalhava e me…
Caminhei tanto
Caminhei tanto, persegui tantos sonhos e aonde cheguei?
Passei por corações, corações por mim passaram.
Vidas que encontrei. Vidas que me marcaram, vidas que mudei.
Caminhos que esco…
Caminhei entre os cascalhos da vida… No chão árido e arbustos tortos, do cerrado, me arranhei em espinhos e colhi margaridas.
Caminhei entre os cascalhos da vida…
No chão árido e arbustos tortos, do cerrado,
me arranhei em espinhos e colhi margaridas.
Luciano Spagnol
Cerrado goiano