Que em meus dias…
Que em meus dias…
Não conto quantos anos se passaram, quantos 365 dias eu vivi.
Porque, apesar de fazerem parte da minha vida e da minha história, eles se foram e nada posso mais fazer pra mudar ou para alterar o que aconteceu, nem o que não aconteceu.
É tão natural dizermos: tudo passa.
E isto é fato incontestável.
Do bom ao ruim, do doce ao azedo, da alegria à tristeza, tudo passa.
A relativização do que seja bom pra mim e do que seja ruim pra mim é equivalente: tudo passa na mesma proporção do passar, do ir embora, do se transformar num passado inalterável.
A cada primeiro de janeiro, teremos mais um conjunto de 365 dias, novamente.
Desses dias, tem-se o ano.
O que você fez no ano que se foi, já foi.
Mas, o que você irá fazer no ano que se inicia? Nunca se sabe! Planos, sonhos, desejos, todos nós temos.
Realizações e fracassos, conquistas e frustrações todos nós iremos ter.
Entretanto, está em nossas mãos o que fazer com tais resultados.
Podemos escolher! Importante entender que tudo que nos acontece, tem o seu motivo, uma razão.
É de extrema relevância sabermos separar o joio do trigo, como também compreendermos as entrelinhas de cada evento que ocorre.
Assim, enquanto o sol chega pra clarear, as estrelas vêm pra brilhar.
Enquanto a neve nos promove buscar dias aquecidos, o calor nos lança ao frescor das sombras.
Enquanto o nascimento chega para nos fazer esquecer a morte, a morte nos faz lembrar que é preciso viver em vida.
Enquanto a guerra vem pra separar, a paz vem pra juntar.
Enquanto o amor é transformador, amar nos transforma no que melhor podemos ser.
Portanto, que em meus dias e em todas as idas e vindas da vida, eu tenha levado amor e trazido amor comigo.
Este é o único sentido de viver.
Este é o meu sentido de ser feliz!
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