A enfermeira gentil se chega a mim com seu sorriso doce
A enfermeira gentil se chega a mim com seu sorriso doce, mas um pouco escondido.
Talvez por medo de um contato direto com um possível caso perdido.
Ela era linda, semelhante a um anjo.
Na hora que a vi entrar pela porta, achei que já era o paraíso abrindo-se para receber-me, e para isso, mandou o seu ser celestial mais lindo.
Seu olhar era sereno e ao mesmo instante cativante.
Seus cabelos brilhantes com estrelas.
Sua leveza ao andar, parecia as nuvens a flutuar.
Sua doce voz começou a perguntar: O que você sente? Sinto dor, respondeu eu.
Onde é sua dor? No coração! Falei prontamente.
Pois não tem coração que suporte viver sem ver o que eu vi.
E a partir de agora ele não mais me pertence.
Ele é todo seu, minha enfermeira gentil.
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