Mensagens e Frases com a tag: #augustodosanjos
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Ave dolorosa
Ave perdida para sempre - crença
Perdida - segue a trilha que te traça
O Destino, ave negra da Desgraça,
Gêmea da Mágoa e núncia da Descrença!
Dos sonhos me…
A obsessão do sangue
A obsessão do sangue
Acordou, vendo sangue… Horrível! O osso
Frontal em fogo… Ia talvez morrer,
Disse. Olhou-se no espelho. Era tão moço,
Ah! Certamente não podia ser!
L…
A Esperança A Esperança não murcha
A Esperança A Esperança não murcha, ela não cansa, Também como ela não sucumbe a Crença, Vão-se sonhos nas asas da Descrença, Voltam sonhos nas asas da Esperança. Muita gente infeliz assim não pensa; …
#augustodosanjos#morte#asa#ilusao#gloria
As alegrias juntam-se as tristezas E o carpinteiro que
As alegrias juntam-se as tristezas
E o carpinteiro que fabrica as mesas
Faz também os caixões do cemitério.
Para iludir minha desgraça
Para iludir minha desgraça, estudo.
Intimamente sei que não me iludo.
Versos a um coveiro
Versos a um coveiro
Numerar sepulturas e carneiros,
Reduzir carnes podres a algarismos,
Tal é, sem complicados silogismos,
A aritmética hedionda dos coveiros!
Um, dois, …
Acostuma-te à lama que te espera
Acostuma-te à lama que te espera! o homem, que, nesta terra miserável, mora, entra feras, sente inevitável necessidade de também ser fera.
#homem#augustodosanjos#necessidadeCansado de chorar pelas estradas
Cansado de chorar pelas estradas. Exausto de pisar mágoas pisadas. Hoje eu carrego a cruz das minhas dores.
#hoje#augustodosanjosToda a moral
Escarrar de um abismo noutro abismo
Mandando ao céu o fumo de um cigarro
Há mais filosofia neste escarro
Do que em toda a moral do cristianismo!
Ecos D'Alma
Ecos D'Alma
Oh! madrugada de ilusões, santíssima,
Sombra perdida lá do meu Passado,
Vinde entornar a clâmide puríssima
Da luz que fulge no ideal sagrado!
Longe das trist…
Contrastes
Contrastes
A antítese do novo e do obsoleto,
O Amor e a Paz, o ódio e a Carnificina,
O que o homem ama e o que o homem abomina,
Tudo convém para o homem ser completo!
O …
ALUCINAÇÃO À BEIRA-MAR
ALUCINAÇÃO À BEIRA-MAR
Um medo de morrer meus pés esfriava.
Noite alta. Ante o telúrico recorte,
Na diuturna discórdia, a equórea coorte
Atordoadoramente ribombava!
Eu, …