Poderoso?…
Poderoso?…
Um inseto, inocente…
Caminha em minha pele.
Sem ser Deus, esmago?
Mal me quer?
Mal me quer?
Não te entendo,
Mas tendo a te querer,
Até não tendo o que requer.
Esses Dias.
Esses Dias.
Se rouba: "esperto".
Nação: não desperta?
Noção: boquiaberto…
Guarida.
Guarida.
Nos dias nublados,
Vou bater à sua porta,
Buscando guarda-chuva.
Aos Meus Filhos…
Aos Meus Filhos…
Papai não morre, não.
Só vira poeira, estelar,
Pra sempre, a te amar.
Consumo na Crise…
Consumo na Crise…
A Dior…
Adiar.
Adiós.
Adios.
Addio.
Adieu.
Odiar…
Órfãos?
Órfãos?
Deus é pai.
Natureza, mãe.
Nós? Crias rebeldes.
Sem Fé…
Sem Fé…
E inventamos curas.
Das curas, novas doenças.
Restaram as crenças…
Aconchego.
Aconchego.
Pernas dobradas,
Entrelaçando-se,
À concha de pés.
Sabia?
Sabia?
Saudade do abraço dos meus filhos,
Do hálito de refrigerante e batatinha…
Eu achava que não tinha, mas tinha.