Poema da tristeza
Vida turva.
Tempo morto.
Meus sorrisos cadentes
Choravam a ausência de mim
A culpa aflora dos olhos
Que desejam os ares
Infinitos e azuis dos confins
Mas temem criar asas.
Borboletam nos arranha-céus
Brincam de voar
Mas são apenas flores secas
Que na terra enraizadas
Lacrimejam suas tristezas.
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