Certa arara estava a admirar, vaidosamente, a sua própria e formosa plumagem multicolorida.
Certa arara estava a admirar, vaidosamente, a sua própria e formosa plumagem multicolorida.
- Como sou bela! – exclamou.
– Tão bela que mesmo a toupeira, cega como é não poderá deixar de elogiar-me a beleza.
A toupeira ouviu-a e disse-lhe:
- Sim! Sendo cega, nada me custa elogiar-te a beleza.
Mas por que não buscas saber a opinião das outras aves, que têm bons olhos?
*Dificilmente se Arranca um Elogio dos que Conosco se Parecem ou Exercem Nosso Mesmo Oficio.
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