O dia era cinzento Por trás das árvores passava
O dia era cinzento
Por trás das árvores passava o vento
Pela rua ela caminhava
Em um leve movimento
Enquanto o mundo parava no tempo
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A canção do sabiá continua nas árvores.
Ele canta indiferente a que haja ouvidos sensiveis à sua beleza. Se fosse esperar quem o escute,
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Da mesma forma …
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Da janela o ônibus vejo as pessoas
vejo-as como árvores
Enraizadas
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Árvores dançando, cabelos ao vento, janelas fechadas. Um ser solitário. Lágrimas pingando, chuva caindo, olhar de esperança. Esperança infinita.
#poemas#leticianogara#cabelos#arvores#vento
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A ganância dos homens sem alma vai subtraindo de quem nada tem.
Crescem como árvores, regadas com as lágrimas dessa gente…
Exatamente como a eles convém!