A vida é simples para quem enxerga a
A vida é simples para quem enxerga a alma diante da premissa de caos, o apocalipse que queriam não estão conseguindo manifestar, pois a natureza está aqui a curar e reparar toda a inversão do que é belo aos olhos e agradavel ao ser, com um simples olhar somos capazes de ajustar tudo que está fora do amar, vc é meu complemento de alma e sempre foi, e por isto não me seguro a falar vc é minha alma gêmea desde o primeiro respirar, nosso amor a tudo cura e alinha, fazendo a nossa função de ser amar em viver em amor e harmonia.
Seja no verbo, na parabola ou numa arte em cor, bia vc é meu reflexo de alma que em junção transformamos tudo em amor.
Trazendo seres a vida, mostrando que Deus pai e mãe que tudo cria.
Te amo
Mensagens Relacionadas
É urgente olhar para o céu Com a inocência
É urgente olhar para o céu
Com a inocência de um animal
Negligenciar os saberes astronômicos
E medir as estrelas apenas
Com nossos olhos
Tão pequenas
Em nosso enfoq…
Como é que eu faço para disfarçar o ilimitado
Como é que eu faço para disfarçar o ilimitado, o infinito e preciso. Algo tão notório que se faz auto-explicativo. Os olhos denunciam o que a alma arde em sentir e a boca padece se não souber na voz o…
#brunoanketatonadler#poema#brunoHaja quem alguma vez admire o que alguma vez
Haja quem alguma vez admire
o que alguma vez faço
quem alguma vez perceba
o que alguma vez desfaço
quem alguma vez acabe
o que alguma vez comece
quem alguma vez con…
COLARES DE ESMERALDAS (poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia)
COLARES DE ESMERALDAS
(poema do projeto Noronha – Imagem e Poesia)
A cor de tuas águas
Tanto no mar de fora quanto no mar de dentro
Dois mares, dois colares… de esmeraldas
(…Continue Lendo…)
Aquele que morre e fica não dura nem perdura não
Aquele que morre e fica
não dura nem perdura
não perece nem permanece
não aquece nem arrefece
sente sem ser sentido
não é nem reconhecido
é um poeta esquecido
…
Deixa-me ser
Deixa-me ser…
A chuva que te molha sem tocar,
A fronha que te aquece ao deitar,
O sumo que tu bebes ao acordar,
A mão que te percorre sem parar,
O chão que te ampara o ca…