Coruja de beira de estrada. Noturna prenda, emplumada Traz ares de pouca sorte… Reponta nas asas a morte E quebra o silêncio da noite!
Coruja de beira de estrada.
Noturna prenda, emplumada
Traz ares de pouca sorte…
Reponta nas asas a morte
E quebra o silêncio da noite!
Teu grito, serve de açoite
Pras almas xucras do campo
Evocas neste teu pranto
Extraviadas charlas campeiras
Histórias de velhas parteiras
Que sumiram no passado!
Teu olhar amaldiçoado
Me faz repensar o caminho
No costado do teu ninho
De largo, sigo adelante
Bruxa alada! Itinerante;
Dos moirões encordoados
Do canto acalambrado;
Todos tem mesmo receio
Da cunheira, ouço floreio
Ecoando em noite de lua
Veio apartar, negra charrua!
Mais um'alma do rodeio.
Mesmo assim, velha rapineira
Sem teu vulto na fronteira
No anoitecer dum descampado
Seria o mesmo traçado?
O mesmo agouro, trazendo sorte?
Nunca existiu…, vida! sem morte;
Não há futuro, sem passado!
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