NOITE EM PÁLPEBRAS II
NOITE EM PÁLPEBRAS II
"Há muitos tons amarelados em árvores, muros sem tinta e no cinza asfalto.
Bitucas de cigarro caem beijadas, pintadas de vermelho cereja.
As latas de cerveja brilham foscas, tal como o céu tem a catapora incandescente.
Passam muitos homens indecentes, assoviando ao passo ligeiro delas.
Elas por elas.
Os carros parecem andar sozinhos.
Não há ninguém do lado de fora dos limites da infinitude.
Talvez, seja aí, que eu participe da história.
A noite não tem insônia - boceja e sorri sem parar as horas."
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Eu sorri. “Ele é um pouco novo demais pra mim”. A carranca de Jacob se aprofundou mais ainda. “Ele não é assim tão mais novo do que você. É só um ano e alguns meses.”
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E eu com esse teu riso grosso Não perco
E eu com esse teu riso grosso
Não perco tempo
Não viajo em risos amargos
Falsos,
Não me ganha risos frios
Não me leva
Quem não sabe sorri.
Assim fica fácil viver Sendo linda desse jeito Você sorri
Assim fica fácil viver
Sendo linda desse jeito
Você sorri pra vida
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Ela tinha nos olhos a tristeza de uma vida não vivida
Ela tinha nos olhos a tristeza de uma vida não vivida. Podia contar nos dedos os sorrisos que sorria por amor. Fugia dos problemas pra esquecer a dor, mas que surpresa tinha: não vivia por supor.
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