Viajante
Viajante
Eu me sinto tolo como um viajante
Pela tua casa, pássaro sem asa, rei da covardia
E se guardo tanto essas emoções nessa caldeira fria
É que arde o medo onde o amor ardia
Mansidão no peito trazendo o respeito
Que eu queria tanto derrubar de vez
Pra ser teu talvez, pra ser teu talvez
Mas o viajante é talvez covarde
Ou talvez seja tarde pra gritar que arde no maior ardor
A paixão contida, retraída e nua
Correndo na sala ao te ver deitada
Ao te ver calada, ao te ver cansada, ao te ver no ar
Talvez esperando desse viajante
Algo que ele espera também receber
E quebrar as cercas que insistimos tanto em nos defender
Eu me sinto tolo como um viajante
Pela tua casa, pássaro sem asa, rei da covardia
E se guardo tanto essas emoções nessa caldeira fria
É que arde o medo onde o amor ardia
Mansidão no peito trazendo o respeito
Que eu queria tanto derrubar de vez
Pra ser teu talvez, pra ser teu talvez
Mensagens Relacionadas
Tenho três sentimentos quando lhe vejo durante o dia
Tenho três sentimentos quando lhe vejo durante o dia, um é que me alegro quando lhe vejo, o outro é a tristeza em meu peito quando você vai embora, mais com a certeza que virá a saudade com o passar d…
#passaro#poemas#cesarpassaro
Voo livre
Voo livre
Se quiseres ser livre
não basta ser pássaro, seja o vento
pois cortam-se as asas, cerram-se as grades
mas jamais aprisionam
[o voar de um sentimento.
"Voa meu pássaro
"Voa meu pássaro,
voa o mais alto
que puder…
Voa depressa
e traz notícias do
meu bem…
Diga à ele,
que saudosa
estou,que
ele sinta os
meus ca…
Perdi as minhas asas Feri-me com palavras Não mais posso voar Tornei-me um pássaro Sem asas;
Perdi as minhas asas
Feri-me com palavras
Não mais posso voar
Tornei-me um pássaro
Sem asas;
A minha dor é superficial
Mas mesmo assim dói na alma
E no fundo …
Cantando em terras distantes Haverá um pássaro solitário
Cantando em terras distantes
Haverá um pássaro solitário.
Iluminando os
Corações haverá, um dia,
O amor que todos procuram.
Sou um pássaro que voa nas fímbrias da solidão
Sou um pássaro que voa
nas fímbrias da solidão
e sempre acabo
nos braços da saudade.