Já me matei faz muito tempo Me matei quando o tempo era escasso E o que havia entre o tempo e o espaço Era o de sempre Nunca mesmo o sempre passo
Já me matei faz muito tempo
Me matei quando o tempo era escasso
E o que havia entre o tempo e o espaço
Era o de sempre
Nunca mesmo o sempre passo
Morrer faz bem á vista e ao baço
Melhora o ritmo do pulso
E clareia a alma
Morrer de vez em quando
É a única coisa que me acalma
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aliás
depois de ontem
também foi assim
anteontem
antes
amanhã
a estrela cadente me caiu ainda quente na palma da mão
a estrela cadente
me caiu ainda quente
na palma da mão
tudo claro ainda não era o dia era apenas o raio
tudo claro
ainda não era o dia
era apenas o raio
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Basta um instante
E você tem amor bastante.