Prosa Nietzscheana
Prosa Nietzscheana
"Quando venço a mania de ser, desnudo meu próprio eu exposto, diante da mais cristalina forma do espelho.
Réproba aos sinalizadores das ordenanças das palavras, ando na escuridão de quem apenas vê, mas nada enxerga.
Aprimoro-me na tentativa de cogitar merecimento, um perdão pródigo como anestésico para um "eu-epiléptico" que insiste em sair de mim nas noites em que a insônia persiste anti-corintiana e falsa redentora; madrugadas que a morte, em vida, panfleta avisos num córtex perturbado; nessas noites que me sinto um médico na quinta personalidade de um sociopata forjado, matando vez ou outra a voz da essência que adjetiva a alma de um subjetivo sujeito sem nenhum predicado como prognóstico.
Apenas o estopor de um agente ativo, o oculto que emerge à margem do que foi ocultado, o "não dito" que evapora a própria entrelinha e escapa aos dedos, o olhar fixo na catalepsia de uma análise vazia, por fim, a mudança de estado que altera a minuciosa identidade (…)"
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Em uma breve prosa lírica com ela, os devaneios das minhas lembranças comendam e me arrebatam a sanidade:
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Ela: Tu és um bom homem,
Eu: Nunca hei de ser.
Ela: Tu és cheio de valiosos …
Prosa de mãe e filha,
Prosa de mãe e filha,
É tão pequenino,
Ainda não sou capaz de sentir,
Mas algo pulsa dentro de mim,
Cresce, mexe,
Mexe e cresce,
Descobri!
Afagos na barriga …
NÃO SOU POETA
NÃO SOU POETA
Quem me dera se eu fosse poeta
E dos amores saber contar
Falaria dum amor verdadeiro
Porque da verdade o amor não sabe calar.
Quem me dera prosar em versos<…
Me dê inspiração Que eu te dou uma versão!
Me dê inspiração
Que eu te dou uma versão!
Talvez de você, talvez de alguém que você queira ser,
Talvez de alguém que você abomine conhecer.
Quantas versões existem de você?
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CARNIÇA
CARNIÇA
Pegue os seus cachorros
E atiça… Atiça em mim?!
Atiça por ai com seu rompante!
Com camuflagem da estupidez
E com a sua preguiça…
Atiça e não analisa e nem…
UMA FLOR Vou lhes contar uma trova Que não precisa
UMA FLOR
Vou lhes contar uma trova
Que não precisa de prova,
Pelo respeito a uma formosa.
O nome? Digo no fim da prosa,
Pois, ela é formosa
E pra mulher amorosa.
(…Continue Lendo…)