Nas travessas de trancos barrancos homogêneos eu vi

Nas travessas de trancos barrancos homogêneos eu vi

Nas travessas de trancos barrancos homogêneos eu vi minhas quimeras decadentes aos pares se afogando em diversos bares.

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Sonetos

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I
A meu pai doente
Para onde fores, Pai, para onde fores,
Irei também, trilhando as mesmas ruas…
Tu, para amenizar as dores tuas,
Eu, para amenizar as minha…

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#anjos#augustodosanjos#augusto#poemas

Versos d’um exilado

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Eu vou partir. Na límpida corrente
Rasga o batel o leito d’água fina
- Albatroz deslizando mansamente
Como se fosse vaporosa Ondina.
Exilado de ti, oh…

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#augustodosanjos#augusto#agua#poemas#anjos

Monólogo de uma sombra

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Sou uma Sombra! Venho de outras eras,
Do cosmopolitismo das moneras…
Pólipo de recônditas reentrâncias,
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridã…

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#augusto#goticos#poemas#anjos#augustodosanjos

Tempos idos

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Não enterres, coveiro, o meu Passado,
Tem pena dessas cinzas que ficaram;
Eu vivo dessas crenças que passaram,
e quero sempre tê-las ao meu lado!
Não, não qu…

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#poemas#augustodosanjos#anjos#augusto

O Bandolim

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Cantas, soluças, bandolim do Fado
E de Saudade o peito meu transbordas;
Choras, e eu julgo que nas tuas cordas,
Choram todas as cordas do Passado!
Guardas a a…

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#poemas#saudade#anjos#augustodosanjos#augusto
As alegrias juntam-se as tristezas E o carpinteiro que

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As alegrias juntam-se as tristezas
E o carpinteiro que fabrica as mesas
Faz também os caixões do cemitério.

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