A dor d'alma dilacera em silêncio
A dor d'alma dilacera em silêncio.
Vem em gotas de frustrações diárias.
Surpreende num surto em pleno ócio.
Veneno lento que esgana várias esperanças.
Sem piedade, assiste ao desmoronar interno, tijolo a tijolo.
Sufoca com mãos pequenas.
Triste ver o corpo murchar, perder o viço, desencantar junto às rugas profundas que marcam a vida.
Uma flor esquecida, sem regas.
A beleza dessa dor pungente não transparece fácil, é urdida pelas mãos do poeta dormente.
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