Sem Titulo (1984) Eu minha lanterna e o peixe Felipe. Cheio de coisas para botar pra fora e não tenho quem ouça.
Sem Titulo (1984)
Eu minha lanterna e o peixe Felipe.
Cheio de coisas para botar pra fora e não tenho quem ouça.
- Quem tem um ouvido aí?
O que eu despejo no papel do caderno? Caderno tem ouvido? Será que ele entende minha angústia? Será que as linhas frias do caderno me bastam? Ahhh! que besteira enorme é escrever, e no entanto se não o fizesse eu por certo morreria… Mas… Morreria de fato… mesmo.
Escrever… escrever… escrever…
Tudo já foi escrito; mas não importa.
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Depois que sacudi fora a tranca dos ideais ingênuos, sentia-me vazio de ânimo: nunca percebi tanto a espiritualidade imponderável da alma: o vácuo habitava-me dentro”.
(O Ateneu)