A vida de Friedmann Mais uma vez, a velha mentira levanta A cabeça depois do seu amanhecer! Espere seu povo, Vitória santa. Filho germânico sem desfalecer!
A vida de Friedmann
Mais uma vez, a velha mentira levanta
A cabeça depois do seu amanhecer!
Espere seu povo, Vitória santa.
Filho germânico sem desfalecer!
No interior do Paraná, a espada da Justiça
Segure firme, você foi escolhido.
O que comprou com suor, lágrima postiça
Nascido da liberdade do povo pervertido.
No batismo da sua pátria!
Você é sério, cercado por inimigos em negrito;
Agora, repete a velha mestria
O sentido sólido, o melhor espírito!
Nem um passo de retrocesso,
É um passo atrás para o servo;
Nenhuma folha no chão do processo!
Nenhum direito seu ao vento no acervo!
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