Inocente eu fui por imaginar
Inocente eu fui por imaginar,
que amor não seria mais faísca de vida.
Vida, que numa surpresa doce assim te trouxe,
Me faz perceber que amor será sempre armadilha,
que seremos sempre presas fáceis de se capturar,
Porque por mais que tentemos nos enganar,
por mais que tentemos nos preservar,
em nossas vidas o que nunca conseguiremos evitar…
além da morte, imponderável enquanto houver vida será…
se apaixonar… se perder por novamente amar…
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Você é esse amor
que a vida me deu,
de presente…
É esse querer
que me leva
pra seu desejo
de amar…
É esse amor
que existe em mim…
Diogo Gallvão